Brazilian Breast Cancer Association Team
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Survival outcomes after standard breast conserving surgery versus oncoplastic breast conserving surgery in breast cancer patients: A multicenter real-world evidence cohort study
Este estudo multicêntrico brasileiro com 685 pacientes comparou a cirurgia conservadora padrão com a cirurgia oncoplástica (que preserva o formato da mama). Os resultados de acompanhamento de 5 anos (60 meses) mostraram que as taxas de cura e sobrevida foram estatisticamente equivalentes entre as duas técnicas, validando a segurança oncológica da oncoplastia mesmo tendo sido aplicada em pacientes com tumores mais avançados.
Cost-Minimization Analysis of Vacuum-Assisted Biopsy Versus Surgical Biopsy for the Diagnosis of Suspicious Breast Lesions in the Brazilian Public Health System
Este estudo de minimização de custos com 1.833 pacientes do SUS comparou a biópsia assistida a vácuo (VAB) com a biópsia cirúrgica tradicional (SB). A VAB poupou recursos dos hospitais (USD 223 por paciente) e da sociedade (USD 353 por paciente devido à recuperação rápida), mas gerou um custo extra para o bolso do SUS (USD 146 por paciente) devido à tabela de reembolso. O estudo conclui que essa distorção financeira impede que o método moderno e menos invasivo seja distribuído de forma justa na rede pública.
Core Needle Biopsy Versus Fine-Needle Aspiration for Lymph Node Evaluation in Breast Cancer: Diagnostic Accuracy and Cost Analysis in a Public Health System
Este estudo retrospectivo (2015–2023) comparou o uso de PAAF (agulha fina) e BAG (agulha grossa) para avaliar linfonodos suspeitos no SUS. A BAG foi drasticamente superior, com apenas 2,7% de resultados inconclusivos contra 50,7% da PAAF. Apesar de ter um preço inicial maior, a BAG gerou uma economia final de quase 50% nos custos hospitalares por evitar a repetição de exames, mostrando-se a melhor estratégia financeira e médica para o sistema público.
Reoperation rates following breast-conserving surgery in a contemporary cohort
Este estudo multicêntrico brasileiro avaliou a taxa de reoperação após cirurgia conservadora de câncer de mama, que se mostrou baixa (5,2% no geral, subindo para 9,9% no hospital público). O diagnóstico de carcinoma ductal in situ (CDIS) aumentou o risco de uma nova cirurgia, enquanto a ausência de tumores multifocais reduziu essa chance.